Pessoas autistas não sentem frio ou calor? Isso é um mito
Um material visual de adaptação da Clínica Formare para entender por que a percepção de temperatura pode variar em pessoas autistas e como ajudar no dia a dia.
- Imagens para mostrar os principais sinais de desconforto com a temperatura
- Passo a passo visual para usar na rotina
- Produzido pela equipe clínica da Formare
Receba o material no seu e-mail
Preencha os dados abaixo e enviamos as imagens em PDF na hora.
O que as famílias podem fazer na prática
Essas habilidades também podem ser ensinadas. Nem sempre é preciso esperar que a pessoa perceba e responda espontaneamente aos sinais do corpo: é possível ensinar estratégias para ajudá-la a reconhecer situações do cotidiano e tomar decisões mais seguras.
Consulte a previsão do tempo
Verificar a temperatura antes de sair ajuda a antecipar a escolha de roupas adequadas.
Use escalas visuais
Imagens de "frio", "confortável" e "quente" ajudam a identificar a sensação corporal.
Crie checklists de roupas
Listas relacionando temperatura e vestuário facilitam a escolha diária de peças.
Insira lembretes na rotina
Avisos em horários fixos ajudam a lembrar de tirar ou colocar uma peça de roupa.
Ensine a pedir ajuda
Formas de comunicar desconforto tornam a resposta ao frio ou ao calor mais rápida.
Escolha tecidos toleráveis
Disponibilizar roupas com modelagens e materiais mais confortáveis ao perfil sensorial.
O objetivo não é fazer pela pessoa, mas oferecer recursos para ampliar sua autonomia.
Quer conversar sobre o caso do seu filho?
Se preferir, a equipe da Clínica Formare também está disponível pelo WhatsApp para tirar dúvidas sobre o material ou sobre o acompanhamento comportamental.
Fale direto com a equipe
Falar com um consultor