Autismo e dor: pessoas autistas não sentem dor? Isso é um mito
Um material visual de adaptação da Clínica Formare para entender como a dor pode ser percebida e comunicada de formas diferentes, e o que observar no dia a dia.
- Imagens para reconhecer sinais de dor diferentes do esperado
- Passo a passo visual de observação para o dia a dia
- Produzido pela equipe clínica da Formare
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O que as famílias podem fazer na prática
A dor envolve componentes sensoriais, emocionais e contextuais. Em pessoas autistas, diferenças no processamento sensorial, na interocepção e na comunicação podem mudar a forma como o desconforto é percebido e demonstrado.
Conheça o padrão habitual
Sono, alimentação, comportamento e participação da pessoa em atividades do dia a dia.
Observe mudanças repentinas
Na postura, nos movimentos, no humor ou na rotina em relação ao que é habitual.
Disponibilize formas de comunicar dor
Figuras, escalas visuais, gestos ou Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA).
Observe proteção do corpo
Se a pessoa evita movimentos ou protege alguma região específica do corpo.
Registre início e variação dos sinais
Quando começaram e o que parece aumentar ou diminuir o desconforto observado.
Procure avaliação profissional
Diante de mudanças persistentes, intensas ou incomuns, busque um profissional de saúde.
Acolher também é aprender a reconhecer diferentes formas de comunicar a dor.
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